Que noite!
Saímos eu, o Tuba, a Elis e o Vítor Patchula.
Fomos no Café Aurora, confundido pela minha digníssima filha a localidade quando indagada pelo pai..."Sua mãe é louca" - imagino a expressão de incredualidade do adjetivado momento ignoto ao pensar que ficava na mais famosa rua de burlesco de São Paulo.
Atraso do Tuba - devia "tá pescando camarão". Entramos um pouco depois da meia-noite quando a banda do Zé Pretinho, digo, Mobi Dick começou a se aduzir.
Deep Purple, AC/DC, Led Zeppelin, Raulzinho, Ira, Iron Maden, Ronnie James Dio, Rush, Judas Priest, Beatles, Stones, Kiss, Van Halen, Whitesnake, Ozzy Osbourne entre outros. Meu amigo Lino Tadeu toca baixo na banda e é o máximo. O novo vocalista, Marcelo, que assumiu os vocais no lugar de Tadeu e Daniel Leite substituindo Madureira. O cara solta a voz com agudos que fazem lembrar bem Rob Halford. O Batera mandou ver na música que tem o tema o nome da banda. "Tá fudido" disse meu amigo Tuba que entende muito mais de metal que eu. Pudera, Ronny chegou a tocar com as próprias mãos o instrumento... Foram três blocos de show. Adoramos. O Vitor pela primeira vez na casa disse que gostou muito...A banda promete se apresentar uma vez por mês no local. Pagamos, com nome na lista, R$12,00 cada um e a consumação minha, do Vitor e da Elis outros R$12,65 - um refrigerante em lata, uma água e duas limonadas.
Uma fila imensa pra sair...descia as escadas entre garrafas quebradas e um azedume de algum(a) infeliz que não sabe curtir música sem beber. Tuba me ligou passando um esquema de saída rápida pela direita, eu preferi usar meus lindos olhos verdes e persuadir o segurança com cara de Forest Whitaker. Precisar sair mais rápido de um lugar com fila gigantesca me chame que eu ensino como...
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